vendredi 4 juin 2010

Devemos adorar santos, images ?


Tenho visto muitos queridos amigos e amigas de fé católica que desconhecem certos fatos bíblicos - muito pelo fato de não ler a bíblia -, e por essa razão, cometem a idolatria, se bem que a idolatria não tem a ver somente com pessoas, "santos", mas também com bens (carro, bicicleta, tv, som, objetos em geral). - idolatrar essas coisas, é também pecado pois o pecado é a transgressão das Leis de Deus.


Para saber o que é a idolatria, clique aqui- assim será explicado de maneira mais clara o sentido dessa palavra para aqueles que não a conhecem.

Então, no desejo de escrever um artigo falando desse fato, achei algo muito melhor: um debate entre padres católicos e o pastor Silas Malafaia. Devemos levar em conta tudo o que é dito, e ser-mos sinceros e justos e assim reconhecer a verdade bíblica, antes da verdade de qualquer ser humano ou igreja ou doutrina, seja ela qual for. Devemos lembrar que a base da fé cristã é Bíblia! Aquele que não a obedece e a desobedece de maneira consciente, peca, e será julgado por isso... não nos esqueçamos disso!

É BOM SALIENTAR QUE O PASTOR SILAS FAZ UM DEBATE COM RELAÇÃO A IGREJA E NÃO COM RELAÇÃO A PESSOAS!
(aqui ele não acusa nem fala de pessoas, mas da organização em si, da igreja)


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SE ESSES VÍDEOS NÃO BASTAM PARA ENSINAR E CONVENCER, SE NÃO TIVEREM TEMPO PARA LER AS ESCRITURAS SAGRADAS, VAMOS ENTÃO LER UM OUTRO ARTIGO:


Vendo que Moisés tardava em descer do monte, o povo juntou-se contra Aarão e disse: “Levanta-te, faze-nos deuses que vão diante de nós; porque não sabemos o que aconteceu a Moisés, que nos tirou da terra do Egito”.

Aarão disse-lhes: “Tomai os brincos de ouro de vossas mulheres, de vossos filhos e de vossas filhas e trazei-os”. O povo fez o que lhes mandara, trazendo os brincos a Aarão. Ele, tendo-os tomado, mandou-os fundir e formou deles um bezerro fundido; e disseram: “Estes são, ó Israel, os teus deuses que te tiraram da terra do Egito”

(Ex 32, 1-4)

"Quando o céu se esvazia de Deus, povoa-se de ídolos"

Karl Barth, teólogo suíço

Satanismo como idolatria e os pecados capitais

Os que idolatram o demônio – e são tantos atualmente! –, argumentam que ele não é um adversário de Deus, mas uma força oculta na natureza. Tais pessoas encorajam os pecados capitais, pois “são virtudes que levam à consumação de nossos desejos. Os rituais consistem em uma grosseira terapia psicológica, misturada com altares, gongos, velas, lasers e nudez, acessórios necessários, pois os homens precisam de cerimônias e rituais, fantasia e encantamento que as religiões forneciam no passado”.

O diabo no imaginário cristão, Carlos R. F. Nogueira, Edusc, 2000, pág. n.º 112

s ídolos se colocam na dimensão do “ter”; Deus na do “ser”. São vários os tipos de “ter” com que o homem se ilude realizar-se, construir sua personalidade: os bens econômicos, o poder, o possuir uma mulher (ou um homem), o saber, o pertencer a determinada religião, o ter alcançado alto nível moral, etc. São roupagens que podem esconder a sublime nudez que constitui a pessoa na sua dignidade essencial, ou disfarçar uma falta profunda do ser. É essa armadilha mentirosa da sociedade de consumo, que promete às pessoas fazê-las realizadas e felizes com os bens que lhes oferece, mas as devora por dentro, deixando-as como manequins sem coração.

(Eles, os excluídos, de Costanzo Donegana, Cidade Nova, São Paulo, 1995)

Adorar alguém
é constatar
que ele ou ela se
parece conosco

Não é verdade que,
na nossa sociedade,
o sagrado desapareceu,
mas a v
erdade é que passou
para outras coisas (ídolo
s)

A vaidade em números

O instituto de pesquisa Ipsos entrevistou 43.734 pessoas, de ambos os sexos, em nove capitais brasileiras, entre abril de 2005 a março de 2006, sobre a relação da população com a aparência pessoal.

Chegou aos seguintes resultados:

• 78 % da população preocupam-se muito com a aparência pessoal.
• 31% dos homens e 34% das mulheres gostam que sua aparência seja impecável.
• 38% dos adolescentes entre 13 e 17 anos se preocupam demais com ela, por se tratar de uma fase de crescimento e aceitação no grupo.
• 35% dos jovens entre 18 a 29 anos têm a mesma preocupação, referente, porém, à afirmação pessoal e profissional.
• A maior preocupação é dos cariocas (37%), seguidos pelos bahianos (36%) e paulistas (33%).

mberto Galimberti identifica sete novos vícios, que se agregam aos sete pecados capitais, com uma diferença fundamental: eles não são pessoais (como os capitais), mas são tendências coletivas, às quais o indivíduo não pode opor uma resistência eficaz, pessoal, sob pena de perder a própria liberdade e de exclusão social. São os seguintes: consumismo; conformismo; despudor; sexomania; sociopatia; denegação; vazio. (Os Vícios Capitais e os Novos Vícios, São Paulo, Paulus, 2004) Destes, os quatro primeiros são um convite à idolatria, na medida em que tendem a uma adoração coletiva de algo imposto pela sociedade ou pela mentalidade atual.

O CONSUMISMO cria uma mentalidade a tal ponto niilista que leva o indivíduo a acreditar que somente adotando o princípio do consumo dos objetos, é possível garantir identidade, status social, exercício da liberdade e bem-estar.

O CONFORMISMO elimina a liberdade pessoal, à medida que esta se transforma em uma “consciência conformista”, à qual se pede apenas colaboração, independente dos objetivos que são de competência de outrem.

O DESPUDOR é a “ex-posição”, a publicação do privado, a mercantilização do corpo. A sociedade consumista, em que as mercadorias devem ser expostas, contagia o comportamento humano. Algumas pessoas têm a sensação de existir somente se se colocam à mostra, como mercadoria.

A SEXOMANIA é a saturação de manifestações sexuais, em busca do próprio prazer, através da pornografia em revistas, no cinema, na televisão, na internet e na solidão onanista dos chats, em que o princípio da distribuição maciça de sexo torna normal o que está difundido em todo lugar.

“Todo ser humano
se torna imagem do
deus que adora.
Quem am
a a
corrupção, apodrece”

Thomas Merton

“A única adoração
que agrada a Deus
é a que procede
do coraç
ão”

Jean Gibleti

A morte
da liberdade

ão jogar por terra o ídolo, mas livrar-se da idolatria. Esta será a tua coragem!”, exclamou Nietzsche. O filósofo alemão explicitou que a idolatria distorce o sentido da existência, porque aprisiona a liberdade, à medida que ela, idolatria, exige um número crescente de objetos para a satisfação dos desejos humanos. Quem adora o ídolo, paga um preço muito alto: é o preço da liberdade interior, à qual renuncia.

Apresentamos abaixo os links de vários artigos publicados sobre o tema Idolatria x Liberdade

Com objetivo de favorecer a você uma reflexão ampla sobre ao assunto:

- A Idolatria do Dinheiro – Raiz de Todos os Males

- Ídolos e mercadorias na vitrine

- Idolatria - Artigo IMPERDIVEL


E você? Você tem coragem de ser livre?

QUE DEUS O(A) ABENÇOE E GUARDE!

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